Vereador fala sobre polêmica após matéria postada pelo blog

1
479

O  vereador  Joseni Medeiros- Solteiro- (PROS- em contato com  a redação do blog  comentou sobre matéria postada em nosso portal onde fala de um pedido de titularidade  de cidadania para  a secretária  de Trabalho, habitação e Assistência Social e primeira dama do Estado, Juliane Faria.

 

Ele ressalta que não houve matéria e que em momento algum pediu o voto dos seus pares para o suposto projeto, mas, que apenas trouxe um recado do secretário de Trabalho, habitação e Assistência Social do Município, Francisco  Toucher , onde relata que Juliane disse que era uma vontade dela de ganhar o titulo de cidadão São-joseense e  salientou que não entrará com matéria  pedindo este titulo, apenas fez o comentário no plenário do legislativo bonitense.

 

“O  homem público tem que está preparado para tudo, seja elogio ou critica ,mas, eu afirmo que apenas trouxe um recado e que eu não colocarei essa matéria  apenas fiz um comentário”- Completou.

 

-Como formador de opinião o nosso espaço está sempre aberto para divulgar os acontecimentos, pois esta é a nossa profissão. Noticiar. Vamos aguardar os transcorrer desta história.

 

Quem se habilitará a apresentar este projeto de titulo de cidadão para a primeira dama do Estado?

1 COMENTÁRIO

  1. – Olá! Um breve comentário sobre o assunto posto só para esclarecer o que seja e para que serve este título comentado na notícia (em tempo: este comentário se restringe tão somente ao conceito do título em questão)… A concessão de título honorário de “Cidadão” de um Município pela Câmara de Vereadores (quando realmente acontece, o que não é o caso, segundo explicação), deve ser bem analisada, estudada e explicada com detalhes, não só aos pares (Vereadores), mas à sociedade local como um todo. Todos tem que entender que, quando a Câmara Municipal outorga um título de cidadania honorária, ela está equiparando o homenageado a uma pessoa nascida no Município, e a distinguindo com especial destaque no cenário sócio-cultural-administrativo e até religioso da comunidade.
    – Ora, para que essa (eventual) pessoa não nascido no Município seja considerada conterrânea, faz-se necessário, que essa pessoa seja ou tenha sido uma benfeitora na comunidade que lhe conferiu tal cidadania. É fundamental que se diga na Justificativa do Projeto de Resolução ou Decreto Legislativo, que se submete à apreciação dos Vereadores, o que o pretenso homenageado FEZ pelo povo e pela sociedade que lhe concede a cidadania, e uma delas, fundamentalmente, será ter residido no Município há alguns anos e nesse período haver prestado serviços merecedores de registro e reconhecimento do trabalho desempenhado em favor do Município ou de entidades nele existentes. Outra coisa… O simples fato de uma pessoa prestar serviço NO Município não significa prestar serviço AO Município. Quando alguém presta serviços profissionais num Município e foi PAGO para isto, este ou esta pessoa, não se enquadra em tal homenagem. Exemplo: um Delegado de Polícia, um Gerente de Agência bancária, um Juiz de Direito, um Promotor de Justiça, um Pároco ou Pastor Evangélico, um Secretário Municipal, um Prefeito, um Deputado, etc. que apenas cumpriu com os seus deveres, mas não praticou NADA além de suas OBRIGAÇÕES, estes não se enquadram nas pessoas que MERECEM um Título de Cidadão honorário. Entretanto, todas essas autoridades acima mencionadas, que extra funções, elevem o nome do Município divulgando positivamente, escrevendo a sua História, ajudando pessoas carentes com filantropia, deixando marcos de suas atividades sociais, culturais, jurídicas, administrativas, religiosas, estas merecem passar para o rol dos CIDADÃOS ou CIDADÃS honorárias. Diferente daqueles que são distinguidos por mera indicação de um Vereador que gosta de determinada pessoa, objetivando tão somente melhorar o Curriculum de um profissional qualquer, que não prestou nenhum serviço ou trabalho digno dessa concessão honrosa, por menor que seja o Município, ou simplesmente por desejo ou capricho pessoal de quem o deseja. O Título de Cidadão equipara a pessoa homenageada a uma adoção oficial. A pessoa agraciada passa a ser um irmão, um conterrâneo, uma pessoa da terra natal.
    – Mesmo que um homenageado não tenha nascido ou não resida no Município, para que se lhe conceda tal homenagem, faz-se necessário que se diga o que ele fez sem visar lucros ou interesses pessoais ou profissionais, mas que se diga o que ele homenageado fez em defesa do povo do Município que lhe concedeu tal cidadania. A Câmara de Vereadores deve ter o CUIDADO e a RESPONSABILIDADE de conceder Títulos de Cidadão como se concede VOTOS DE APLAUSOS. A votação para tal concessão não deve sofrer pressão para votar em propositura injusta e “fabricada”. lembrem-se de que algumas pessoas são esquecidas e não recebem essa homenagem, as vezes pelo fato de ser uma pessoa pobre, por exemplo, um ou outro professor rural que, não sendo natural do Município, passam 20, 30 ou mais anos, dando tudo de si, e até as vezes sem ser funcionário ou funcionária pública, mas sempre ajudando o Município no anonimato. Um Prefeito, um Secretário Municipal, etc. que se dedica ao povo, que reside no Município e que nele não nasceu, este merece, até mesmo como incentivo. A concessão de cidadania, mesmo honorária é uma homenagem séria e de grande responsabilidade. O Poder Legislativo Municipal deve ter consciência plena dessa concessão.

Deixe uma resposta